APLICAÇÃO NA SAÚDE.
Já é uma realidade o implante da RFID em seres humanos. As microplaquetas de computador, que são do tamanho de um grão do arroz, são projetadas para serem injetadas no tecido do braço. Usando um leitor especial, os médicos e a equipe de funcionários do hospital podem buscar a informação das microplaquetas, tais como a identidade do paciente, seu tipo do sangue e os detalhes de sua condição, a fim de apressar o tratamento. Os dispositivos estão sendo aplicados nos pacientes que sofrem da doença de Alzheimer, do diabetes, de doenças cardiovasculares e outras que requerem o tratamento complexo. Os dados médicos não são armazenados nos dispositivos. As informações são armazenadas em uma base de dados que liga os números de série originais das microplaquetas com os dados pacientes.
No caso de uma emergência, o chip pode salvar vidas, já que acaba com a necessidade de testes de grupo sangüíneo, alergias ou doenças crônicas, além de fornecer o histórico de medicamentos do paciente. Com isso obtém-se maior agilidade na busca de informações sem a necessidade de localização dos prontuários médicos.
















